Funarte apresenta
De 6 de agosto a 30 de novembro - Ocupação do Teatro Cacilda Becker

GRUPO TÁPIAS & CONVIDADOS

Nessa semana o Grupo Tápias apresentara dois trabalhos de repetório e estreia sua mais nova criação.

Dias 27, 28 e 29

ESPETÁCULOS

 

Dia 27/11 – 20h

 

CONVIDADA PARA ABERTURA DA NOITE

mosquito

Marina Magalhães, RJ

 

A CRÔNICA DA MORTE DO MOSQUITO
Uma dança surge a partir da relação entre o som e o corpo. A CRÔNICA DA MORTE DO MOSQUITO trata-se de um jogo teatral criado a partir de uma dramaturgia corporal pautada na repetição como matiz da criação e transformação. Em uma estrutura lúdica, o som torna-se corpo e o corpo torna-se som. Do diálogo entre música e movimento surge a linguagem dramatúrgica que traz como referência o solo “A morte do cisne” de Mikhail Fokine. Este trabalho é uma experiência livre de sentido, elevando-se a uma outra percepção através de suas sequências ressonantes e cinestésicas. O zumbido, o mosquito, a metamorfose, a morte, o inusitado e o silêncio.

 

Ficha Técnica / Concepção e Interpretação: Marina Magalhães / Trilha Sonora (Criação e Interpretação): Felipe Storino / Supervisão Dramatúrgica: Eder Rodrigues / Fotografia: Lucas Galeno e Pedro Ivo Dantas

 

GRUPO TÁPIAS

dolls

DOLL`s

Nova Criação

A compreensão da existência da boneca só pode ser alcançada com a compreensão do seu universo. E a relação da boneca com seu universo, com sua realidade, não passa de uma experiência de domesticação, submissão, reprodução.

Boneca … linda, mas fruto do molde, da uniformidade, da dependência.

 

Nesse trabalho Flávia Tápias conta com a Coreografa Intérprete Barbara Lima.

 

Conceito Geral: Flávia Tápias / Pesquisa e Coreografia: Barbara Lima e Flávia Tápias / Trilha Sonora: Marcio Schwartz/ Figurino: Lauda / Produção: CDPD_RJ / Parceria: “Ocupação 17 semanas de dança” /Funart

 

rede

REDE

Repertório

Rede de dormir, cama suspensa para descansar, cadeira-de-balanço solta no ar, meio de transporte, leito portátil para viajar. Feita de cipó, fios de algodão ou fibra vegetal, a rede é imprescindível na vida cotidiana de parte do povo brasileiro, acompanhando seu dono de norte a sul do país.
“REDE” explora os diversos significados culturais da rede; seja como símbolo de adaptação, acomodação e conquista, como sujeito cênico que interage, ou, simplesmente, objeto utilitário que inspira.

 

Criação – 2005 / Duração– 13 min. / Coreografia– Giselle Tápias / Intérprete – Flávia Tápias / Figurino: Ney Madeira / Fotografia – Mauro Kury e Renato Mangolin / Produçao : CDPDRJ

 

onnese

ON NE SE CONNAIT PAS ENCORE MAI …

Repertório

Thomas Lebrun escolheu Carmem Miranda para inspirar este solo. Ícone da década de 30, que levou seu nome aos mais longínquos recantos do Brasil, Carmem era famosa, alegre e, aparentemente, extrovertida, porém, apesar de cantar melodias alegres, suas canções tinham letras tristes.

Concepção: Thomas Lebrun (França)/ Intéprete: Flávia Tápias/ Co-produção: Danse à Lille/ CDC e Collectif Essonne Danse.

Dias 28 e 29

CONVIDADOS PARA ABERTURA

criogenia

André Rumjanek e Fabiano Nunes, RJ

CRIOGENIA

Usando como estímulo o texto publicado na revista Superinteressante “Se a criogenia funcionasse”, de Emiliano Urbim, o grupo Beagle cria mais um trabalho no espaço híbrido de teatro e dança. Valendo-se dessa história de possibilidade de congelamento de seres humanos à espera dos avanços da medicina, constrói uma narrativa corporal que atravessa o tempo e cria imagens com a fluidez do movimento dançado. O tom cômico confere ao trabalho a leveza, e os desenhos e a manipulação do espaço conduzem o olhar para além do texto. Ao longo de décadas entremeadas por descongelamentos, podemos perceber que o texto de Emiliano Urbim nos traz à tona, com a suavidade da juventude, o relevo dos sentimentos e das escolhas, e a possibilidade de imaginar a relatividade do tempo. Sem nenhum cenário ou elementos cênicos, os atoresbailarinos compõem com gestos e movimentos a situação do laboratório onde são realizados os processos de congelamento e descongelamento.

 

De e com André Rumjanek e Fabiano Nunes, RJ

 

GRUPO TÁPIAS

dolls

DOLL’S

Nova Criação

A compreensão da existência da boneca só pode ser alcançada com a compreensão do seu universo. E a relação da boneca com seu universo, com sua realidade, não passa de uma experiência de domesticação, submissão, reprodução.

Boneca … linda, mas fruto do molde, da uniformidade, da dependência.

 

Nesse trabalho Flávia Tápias conta com a Coreografa Intérprete Barbara Lima.

 

Conceito Geral: Flávia Tápias / Pesquisa e Coreografia: Barbara Lima e Flávia Tápias

Trilha Sonora: Marcio Schwartz / Produção: CDPD_RJ / Figurino: Lauda / Parceria: “Ocupação 17 semanas de dança” / Funart

 

rede

REDE

Repertório

Rede de dormir, cama suspensa para descansar, cadeira-de-balanço solta no ar, meio de transporte, leito portátil para viajar. Feita de cipó, fios de algodão ou fibra vegetal, a rede é imprescindível na vida cotidiana de parte do povo brasileiro, acompanhando seu dono de norte a sul do país.
“REDE” explora os diversos significados culturais da rede; seja como símbolo de adaptação, acomodação e conquista, como sujeito cênico que interage, ou, simplesmente, objeto utilitário que inspira.

Criação – 2005 / Duração– 13 min. / Coreografia– Giselle Tápias / Intérprete – Flávia Tápias / Fotografia – Mauro Kury e Renato Mangolin / Figurino: Ney Madeira / Produçao : CDPDRJ

 

onnese

 

ON NE SE CONNAIT PAS ENCORE MAI …

Repertório

Thomas Lebrun escolheu Carmem Miranda para inspirar este solo. Ícone da década de 30, que levou seu nome aos mais longínquos recantos do Brasil, Carmem era famosa, alegre e, aparentemente, extrovertida, porém, apesar de cantar melodias alegres, suas canções tinham letras tristes.

Concepção: Thomas Lebrun (França) / Intéprete: Flávia Tápias/ Co-produção: Danse à Lille/ CDC e Collectif Essonne Danse.

Dia 29

CONVIDADOS PARA ABERTURA

 

Formandos Da Faculdade Angel Vianna

>Paula Lopes, Roberto Silva, Maria Eduarda, RJ.

Performance de 20 Min.

GRUPO TÁPIAS

 

dolls

DOLL’S

Nova Criação

A compreensão da existência da boneca só pode ser alcançada com a compreensão do seu universo. E a relação da boneca com seu universo, com sua realidade, não passa de uma experiência de domesticação, submissão, reprodução.

Boneca … linda, mas fruto do molde, da uniformidade, da dependência.

 

Nesse trabalho Flávia †ápias conta com a Coreografa Intérprete Barbara Lima.

 

Conceito Geral: Flávia Tápias / Pesquisa e Coreografia: Barbara Lima e Flávia Tápias

Trilha Sonora: Marcio Schwartz / Figurino: Lauda / Produção: CDPD_RJ / Parceria: “Ocupação 17 semanas de dança” / Funart

 

rede

REDE

Repertório

Rede de dormir, cama suspensa para descansar, cadeira-de-balanço solta no ar, meio de transporte, leito portátil para viajar. Feita de cipó, fios de algodão ou fibra vegetal, a rede é imprescindível na vida cotidiana de parte do povo brasileiro, acompanhando seu dono de norte a sul do país.
“REDE” explora os diversos significados culturais da rede; seja como símbolo de adaptação, acomodação e conquista, como sujeito cênico que interage, ou, simplesmente, objeto utilitário que inspira.

Criação – 2005 / Duração– 13 min. / Coreografia– Giselle Tápias / Intérprete – Flávia Tápias / Figurino- Ney Madeira / Fotografia – Mauro Kury e Renato Mangolin / Produçao : CDPDRJ

 

onnese

ON NE SE CONNAIT PAS ENCORE MAI …

Repertório

Thomas Lebrun escolheu Carmem Miranda para inspirar este solo. Ícone da década de 30, que levou seu nome aos mais longínquos recantos do Brasil, Carmem era famosa, alegre e, aparentemente, extrovertida, porém, apesar de cantar melodias alegres, suas canções tinham letras tristes.

Concepção: Thomas Lebrun (França) / Intéprete: Flávia Tápias/ Co-produção: Danse à Lille/ CDC e Collectif Essonne Danse.

Dia 30

17h
MATINÊ DOS RESULTADOS

Foram 17 semanas dedicadas a construir representativo painel da dança contemporânea de nacionalidades e naturalidades diversas. Por aqui passaram cerca de 20 companhias que se apresentaram, examinaram, deliberaram, explicaram, descobriram, reciclaram, aprenderam, ensinaram, relacionaram-se enfim, e, graças a isso, ventilaram novos rumos para seus trabalhos coreográficos.

Em seu último dia de ocupação, a fim de celebrar tantas e importantes atividades, o projeto vai promover uma Jam Session, com a participação de representantes de cada uma das semanas programadas, seguida por um coquetel de encerramento. A exemplo da roda de capoeira, essa sessão de improvisação irá convidar os bailarinos/criadores presentes para subirem ao palco onde irão revelar exclusivo microcosmo que reflete o universo da dança atual. Com trilha sonora selecionada pelos participantes, vários elementos irão permear as relações dos que estão em cena, com seus estilos próprios e raízes distintas; respeito, provocação, liberdade, brincadeira, malícia, aproximação, afastamento, poder e submissão, entre outros, são sentimentos que podem servir de fonte de inspiração, em maior ou menor intensidade, para esse jogo de troca e improviso. O que se sabe ao certo é que a confraternização entre esses profissionais irá ressaltar suas diferenças e semelhanças, proporcionando únicos e, muitas vezes, inéditos encontros entre os convidados – um desfecho à altura de um projeto que se destacou como palco livre para a manifestação da dança contemporânea e suas tantas vertentes.

Convidamos a todos com muita alegria para esse encontro seguido de JAM Session.

A vida é a arte do encontro como já dizia Vinícius de Moraes!!!